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TCC
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) se refere a uma classe de intervenções, baseadas em evidências, que compartilham a premissa básica de que os transtornos mentais e o sofrimento psicológico são mantidos por fatores cognitivos. O objetivo geral do tratamento é a redução dos sintomas, melhora do funcionamento e remissão do transtorno. Para atingir esse objetivo, o paciente se torna um participante ativo em um processo colaborativo de resolução de problemas para testar e desafiar a validade de crenças que não ajudam e para modificar padrões de comportamentos indesejados.
É indiscutivelmente a forma de psicoterapia mais amplamente estudada. Revisões meta-analíticas examinaram a TCC para uma variedade de problemas, incluindo transtorno de uso de substâncias, esquizofrenia e outros transtornos psicóticos, depressão e distimia, transtorno bipolar, transtornos de ansiedade, transtornos somatoformes, transtornos alimentares, insônia, transtornos de personalidade, raiva e agressão, comportamentos criminosos, estresse geral, angústia devido a condições médicas gerais, dor crônica e fadiga, angústia relacionada a complicações na gravidez e condições hormonais femininas. Em geral, a base de evidência da TCC é muito forte, especialmente no tratamento dos transtornos de ansiedade.
Referência: Hofmann, S.G., Asnaani, A., Vonk, I.J.J. et al. The Efficacy of Cognitive Behavioral Therapy: A Review of Meta-analyses. Cogn Ther Res 36, 427–440, 2012.
Ansiedade
Segundo as pesquisas mais recentes, a ansiedade influencia a atenção, a aprendizagem, os processos cognitivos, o processamento de informações e o desempenho acadêmico ou a capacidade de trabalho. Além disso, foi demonstrado que a ansiedade influencia a pressão arterial, o limiar de resistência à dor, aumenta os níveis de estresse e reduz a atividade do sistema imunológico. Outras pesquisas afirmam que a ansiedade é um preditor de depressão, influencia o alto consumo de álcool, influencia o processo de decisão, está associada a enxaquecas, correlaciona-se com doenças da pele (especialmente psoríase e dermatite atópica) e correlaciona-se com ruminação negativa pós-evento. Por outro lado, os níveis de ansiedade são influenciados pelo ambiente cultural e social, por mecanismos defensivos (negação), pelo exercício físico, pelo descanso ou pela psicoterapia.
Referência: Nechita, D., Nechita, F., & Motorga, R. (2018). A review of the influence the anxiety exerts on human life. Romanian journal of morphology and embryology = Revue roumaine de morphologie et embryologie, 59(4), 1045–1051.
Estresse
O estresse excessivo produz cansaço mental, dificuldade de concentração, perda de memória imediata, apatia e indiferença emocional. A produtividade sofre quedas e a criatividade fica prejudicada. Autodúvidas começam a surgir em virtude da percepção do desempenho insatisfatório. Crises de ansiedade e humor depressivo se seguem. A libido fica reduzida e os problemas de ordem física se fazem presentes. Nestas condições, a qualidade de vida sofre um dano bastante pronunciado e frequentemente os pacientes, nesta situação, relatam “vontade de fugir de tudo”.
Além disto, quando o estresse é prolongado, ele afeta diretamente o sistema imunológico reduzindo a resistência da pessoa e tornando-a vulnerável ao desenvolvimento de infecções e doenças contagiosas. Em consequência da queda do sistema imunológico, doenças que permaneciam latentes podem ser desencadeadas. Úlceras, hipertensão arterial, diabete, problemas dermatológicos, alergias, impotência sexual e obesidade podem surgir.
Referência: Lipp, Marilda Emmanuel N.. O modelo quadrifásico do stress. In: Lipp, M. E. N. Mecanismos neuropsicofisiológicos do stress: Teoria e aplicações clínicas. 3° ed. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2010.